Criptomoedas promissoras: entenda o mercado e como investir

Saiba tudo sobre as criptomoedas promissoras do mercado, com recomendações de segurança para evitar golpes e dicas de como investir em cripto no Brasil

31 de maio de 2022 Atualizado em 30 de junho de 2022

Você já deve ter ouvido alguma frase nesse sentido: “Se tivesse investido em Bitcoin em 2010, você estaria milionário hoje”. Mas afinal, o que é isso? Neste conteúdo, você vai descobrir o que são as moedas digitais e entender se há e quais são as criptomoedas promissoras

O que é criptomoeda?

As criptomoedas são moedas digitais que não são controladas por alguma instituição financeira, como o Banco Central, por exemplo, e que funcionam por um sistema de criptografia que protege as transações.

Aqui cabe uma explicação sobre o que é criptografia: um método de segurança virtual em que dados possíveis de ler são transformados em um formato codificado, ou seja, ilegível, e só podem ser lidos após serem descriptografados.

Voltando a falar sobre as criptomoedas, elas funcionam da mesma maneira que os tipos de dinheiro que conhecemos, como o real e o dólar, mas elas só existem no ambiente virtual, ou seja, não podem ser tocadas.

As transações envolvendo criptomoedas têm sido realizadas cada vez com mais velocidade e taxas baixas, às vezes até inferiores à cobrada em movimentações com dinheiros físicos, com máquinas de cartão de crédito.

Embora cada vez mais recorrente, o tema é realmente complexo. Por isso, siga a leitura até o fim para entender tudo que você precisa saber sobre criptomoedas e seu mercado.

Para falar sobre o que é uma criptomoeda, é importante lembrar da história do Bitcoin, moeda virtual mais conhecida e precursora no universo cripto. 

Como surgiram as criptomoedas?

O conceito de “cripto-moeda” foi descrito pela primeira vez em 1998, por Wei Dai, em um fórum de cypherpunks, grupo informal de pessoas interessadas em criptografia. 

A ideia era criar uma nova forma de dinheiro, sem necessidade de uma autoridade central para fazer a emissão e controle, com as moedas sendo criadas e transacionadas por meio de criptografia.

Atualmente, existem mais de 19 mil moedas digitais registradas, de acordo com dados do CoinMarketCap. 

O Bitcoin foi a primeira tecnologia a implementar este conceito. O estudo sobre a criptomoeda foi publicado em 2009 por Satoshi Nakamoto, um pseudônimo para uma pessoa ou grupo, que se mantém anônimo até os dias atuais. A moeda foi lançada em 2010.

A finalidade do Bitcoin e das outras criptomoedas é a mesma do dinheiro físico, fazer transações e servir para reserva de valor. Porém, nesse caso, sem a necessidade de intermediação de alguma instituição financeira.

No caso do Bitcoin, todas as movimentações são registradas por meio de uma rede blockchain, que inclui todos os dados necessários em um tipo de banco de informações. Já falamos um pouco sobre isso em nosso conteúdo sobre NFTs

Mais a frente, vamos falar mais sobre o Bitcoin, quando formos abordar as principais criptomoedas que existem atualmente. Antes disso, é necessário explicar sobre o que é blockchain.

O que é blockchain?

A blockchain é uma rede que funciona como um cartório, um livro de registro de contabilidade público compartilhado, onde todas as transações são registradas em uma cadeia de blocos. 

Compreender a relação entre blockchain e criptomoedas é essencial para entender o funcionamento das moedas virtuais.

A primeira menção à blockchain foi exatamente na publicação Satoshi Nakamoto a respeito do Bitcoin.

Como funciona o blockchain?

Já que não existe algum órgão responsável pelas criptomoedas e as transações são feitas de ponta-a-ponta, sendo de responsabilidade dos próprios usuários, é necessário um processo chamado de mineração para a criação de moedas e para o registro das movimentações.

Mineração de criptomoedas nada mais é que o processo de realizar as transações, garantindo a segurança de todas as partes envolvidas. Como as criptomoedas são descentralizadas, o procedimento é feito por mineradores de todo o mundo.

Os mineradores recebem para realizarem esse trabalho. Por conta disso, diversas pessoas têm buscado conhecimento sobre como minerar criptomoedas. Contudo, o processo não é simples e exige computadores próprios para isso.

Como as criptomoedas impactam e podem impactar no seu cotidiano?

As criptomoedas ainda são uma tecnologia nova, que tem crescido com o passar dos anos. A tendência é de que elas se tornem cada vez mais comuns. Sabia que até o Banco Central do Brasil está planejando lançar uma? Já, já vamos falar mais sobre isso. 

Assim como as caixas de e-mail assumiram um papel para as pessoas em comparação com as caixas de correio, as moedas virtuais surgem como uma opção em relação ao dinheiro físico.

Segundo uma pesquisa da Binance e TripleA, 10 milhões de brasileiros fizeram investimentos em criptomoedas em 2021. Ainda de acordo com o estudo, atualmente, o Brasil é o quinto país com mais criptoinvestidores, atrás apenas de Índia, EUA, Rússia e Nigéria.

Sobre o número de pessoas que utilizam criptomoedas, a Binance calcula que são 300 milhões em todo o mundo, cerca de 4% da população. Dados da CoinMarketCap indicam que esse setor movimentou US$ 3 trilhões em 2021.

Uma pesquisa da Sherlock Communications, aponta que o Brasil deve se tornar líder em usuários de criptomoedas na América Latina em 2023, e que, além disso, 36 milhões de brasileiros querem investir em moedas digitais.

Regulação de criptomoedas no Brasil: como funciona?

Nesse cenário, o mundo e o Brasil têm trabalhado na regulação das criptomoedas, em várias frentes. Por exemplo, a Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain, ABCripto, foi criada em 2017, com esse intuito.

O objetivo da associação é unir entidades do mundo dos criptoativos e blockchain para o diálogo com o poder público. A regulação se dá em três esferas: Legislativo, Executivo e no próprio mercado. 

Regulação de criptomoedas no Legislativo

No Congresso, o Senado aprovou um projeto de lei para regulamentação das criptomoedas no Brasil. O texto ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados antes de seguir para sanção ou veto da presidência.

Em resumo, o texto estabelece regras para a circulação de criptomoedas no país e cria mecanismos para prevenir a prática de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

Regulação de criptomoedas no Executivo

No executivo, o Banco Central tem trabalhado para lançar a própria criptomoeda, o chamado Real Digital. Em 2020, a instituição criou um grupo de trabalho para para a realização de estudos sobre a emissão de uma moeda digital pelo próprio BC.

As chamadas CDBCs (do inglês Central Bank Digital Currency), ou moedas digitais de bancos centrais, têm sido estudadas em todo o mundo. No Brasil, após a conclusão dos estudos, o Banco Central lançou, em 2021, diretrizes para a criação de uma criptomoeda da instituição.

O Banco Central ainda não tem um cronograma para a apresentação de um cronograma de implantação, já que mais estudos têm sido feitos nesse sentido, em diálogo com o setor privado.

Regulação de criptomoedas no mercado

Em 2018, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), passou a autorizar investimentos indiretos em criptomoedas no exterior, por parte de fundos brasileiros.

Na B3, a Bolsa de Valores Brasileira, é possível investir em criptomoedas, indiretamente, por meio de EFTs (Exchange Traded Funds ou Fundo de Índice), que são ações que oscilam segundo algum índice determinado, nesse caso uma criptomoeda específica. 

Sendo assim, o investidor adquire cotas de um Fundo de Investimento, que é relacionado ao preço de alguma criptomoeda, podendo lucrar ou ter prejuízo com essa oscilação. 

Um levantamento da Hashdex, divulgado pelo E-investidor, mostrou que o número de investidores em fundos de criptomoedas cresceu 1.266% no Brasil em 2021, chegando a mais de 400 mil.

Como está o mercado de criptomoedas hoje?

Alguns especialistas defendem a ideia de que há uma bolha em relação ao mercado de criptomoedas e que os preços registrados há pouco tempo são irreais e insustentáveis. 

Em oposição, economistas que defendem outro ponto de vista alegam que esse mercado está em expansão e que ele deve seguir em crescimento. 

Você tem dúvidas em quem acreditar? É impossível afirmar quem está certo e quem está errado, pois só o tempo poderá dizer. Mas você pode tirar suas conclusões analisando o movimento dos últimos tempos.

O ano de 2021 foi de valorização das principais criptomoedas e também de afirmação desse mercado tão especulativo.

O Bitcoin, que representa aproximadamente 40% de todo o mercado, valorizou cerca de 62%, fechando o ano custando mais de U$ 47 mil. Já a Ethereum mais que quintuplicou de valor, saindo da casa dos U$ 750 para mais de U$ 3.700. 

Neste ponto, é essencial também destacar a volatilidade dessas moedas, ou seja, sua inconstância. O Bitcoin chegou a bater a marca de U$ 66 mil ao longo do ano e a Ethereum, U$ 4.800.

Em 2022, o valor das duas caiu drasticamente, voltando a patamares semelhantes aos do início de 2021. Essa queda está relacionada à proibição de mineração de criptomoedas na China e também pela guerra na Ucrânia.

Além disso, os bancos centrais têm subido as taxas de juros no mundo todo, o que prejudica ativos de investimento considerados de risco, como o mercado de ações e, também, as criptomoedas. No Brasil, o impacto é o aumento da taxa Selic.

Em junho de 2022, o Bitcoin passou a valer menos de R$ 19 mil, chegando a ser cotado em US$ 18,9 mil no último dia do mês.

Com esse cenário, o Bitcoin, a maior criptomoeda que existe, deve registrar o pior desempenho trimestral desde 2011.

As criptomoedas perderam mais de US$ 2 trilhões em valor de mercado desde novembro de 2021. O movimento é chamado de “inverno cripto“.

Se até as duas principais criptomoedas, como Bitcoin e Ethereum sofrem com a volatilidade, é preciso tomar cuidado com todas as outras, sobretudo com ativos que apresentam supervalorizações inexplicadas. 

Por que criptomoedas oscilam tanto?

Em nosso conteúdo sobre o que provoca a queda ou alta do dólar, explicamos que a cotação da moeda estadunidense varia de acordo com a antiga e famosa lei da oferta e demanda.

O mesmo vale para as criptomoedas. Se uma grande quantidade de pessoas procuram por algum tipo de moeda virtual, a tendência é de que o preço dela suba. O cenário contrário, de baixa demanda, faz com que o preço diminua.

Mesmo seguindo a lógica de outros investimentos, é notório que o valor das criptomoedas oscilam bem mais, fazendo com que algumas pessoas ganhem muito dinheiro e outras percam tanto.

Para exemplificar, o Bitcoin chegou a valer centavos de dólar quando foi lançado, em 2010 e anos depois, em 2021, atingiu o maior valor histórico, acima de U$ 66 mil. 

Isso acontece por alguns motivos diferentes. Primeiro, as criptomoedas não são reguladas por bolsas de valores, ao contrário de outros tipos de investimentos, que são negociados em horários específicos. 

Segundo, essa tecnologia ainda é nova, influenciando na expectativa ou receio por parte dos investidores. Por fim, o número de pessoas que utilizam criptomoedas ainda não é tão alto, fazendo com que o mercado seja mais limitado.

Como investir em criptomoedas?

Sabendo mais sobre o que são moedas digitais e como elas funcionam, você ficou interessado em ingressar nesse mercado e variar seus investimentos? Neste tópico vamos te ensinar a investir em criptomoedas promissoras de forma segura.

Basicamente, existem três maneiras de investir em criptomoedas:

  • Por meio de EFTs na bolsa de valores, como já apresentamos anteriormente;
  • Diretamente, com o auxílio de corretoras digitais;
  • Fazendo mineração. 

Onde investir em criptomoedas?

Pela B3, é possível investir em criptomoedas de forma indireta, por EFTs, que são fundos que seguem índices estrangeiros que têm como ativos criptomoedas. Hoje, a bolsa brasileira possui 5 opções: 

  • HASH11: principal fundo da Hashdex, que replica o Nasdaq Crypto Index (NCI), índice que busca refletir globalmente o movimento do mercado de criptoativos; 

  • QBTC11, fundo da QR Capital movido 100% pelo Bitcoin, por meio do índice CME CF Bitcoin Reference Rate;

  • BITH11: outra opção da Hashdex, dessa vez refletindo o Bitcoin, pelo índice Nasdaq Bitcoin Reference Price;

  • QETH11: alternativa da QR Capital para ter a Ethereum na carteira, replicando o índice CME CF Ether-Dollar Reference Rate;

  • ETHE11: mais uma opção da Hashdex, dessa vez tendo como ativo a Ethereum e tendo como índice a ETHER HASH CI. 

Como comprar criptomoedas?

Adquirindo cotas de EFTs na bolsa, você investe indiretamente em criptomoedas. Outra opção é fazer a compra dessas moedas virtuais, com o suporte de corretoras digitais especializadas, as exchanges.

Quer saber como comprar criptomoedas no Brasil? Saiba quais são as principais corretoras que atuam no país e fique atento para não cair em golpes. 

Hoje, algumas das exchanges mais utilizadas são: Binance, Foxbit, Mercado Bitcoin, NovaDAX, Coinbase e Coinext. 

Existem várias outras opções no mercado. É crucial que você pesquise bem sobre as condições e a reputação de cada corretora antes de investir o seu dinheiro. 

É importante destacar que tanto investindo de forma indireta quanto direta, os rendimentos são tributáveis e devem ser declarados no Imposto de Renda.

Quais são as vantagens e riscos de investir em criptomoedas?

A essa altura do texto, você pode estar se questionando: “Afinal, vale a pena ou não investir em criptomoedas?”. Nós vamos tentar responder a essa pergunta agora, ainda que não seja possível cravar que sim ou que não.

Existem alguns riscos em relação a esse mercado. Como os investimentos em criptomoedas ainda são recentes, há uma insegurança em relação ao futuro, principalmente pensando na usabilidade delas e na regulação. 

Além disso, você precisa tomar muito cuidado para não cair em golpes utilizando moedas digitais. Por fim, um grande risco em torno das criptomoedas é a volatilidade, já que você pode perder uma grande quantidade de dinheiro em pouco tempo.

A volatilidade, por outro lado, também é uma vantagem em relação a outros investimentos, porque ao mesmo passo que você está sujeito a perder, você também tem a chance de ganhar.

Também é nesse sentido que surge uma outra vantagem: a possibilidade de diversificação de investimentos. Pode ser interessante ter uma carteira de criptomoedas como opção de renda variável.

Outras duas vantagens são as baixas taxas para a operação de moedas digitais e a segurança da rede blockchain. 

Quais são as melhores criptomoedas para investir?

Você tem dúvidas de como escolher uma criptomoeda para comprar? Realmente não é uma tarefa fácil escolher as melhores moedas dentre quase 20 mil opções.  Alguns fatores devem ser levados em conta neste momento. São eles:

Lembre-se que criptomoeda é um investimento de risco 

Na hora de se planejar, você precisa ter sempre em mente que o investimento é de risco, portanto você deve destinar uma verba que está disposto a perder caso dê errado.

Pesquise muito sobre cada criptomoeda

Cada criptomoeda tem uma singularidade e uma proposta de valor diferente. Antes de escolher alguma, procure informações a respeito dela. 

Veja quais estão listadas por corretoras digitais de confiança e pesquise no site da moeda digital em questão sobre o projeto e quem está por trás. Confira se o mesmo grupo já possui outros projetos de sucesso.

Use indicadores e faça contas

Mais do que conferir se a criptomoeda está valorizando ao longo do tempo, você precisa checar outros números como, por exemplo, o valor de mercado dela.

Lembre-se que um bom retrospecto de valorização, não garante que a tendência se manterá. 

Tente diversificar e não aposte todas as suas fichas em um único lugar 

Uma das principais vantagens de investir em criptomoedas é a possibilidade de diversificar investimentos da carteira. Essa diversificação também pode ser interessante na hora de escolher em quais moedas digitais apostar.

Desconfie de ofertas boas demais para serem verdade

Para não cair em golpes, você precisa prestar atenção em criptomoedas que fazem grandes promessas de retorno. Se a proposta parecer boa demais para ser verdade, provavelmente é porque ela realmente é falsa. Tome cuidado!  

Quais são as principais criptomoedas promissoras do mercado hoje?

O site CoinMarketCap faz um monitoramento em tempo real das criptomoedas. Em maio de 2022, o ranking das criptomoedas promissoras com mais valor de mercado está da seguinte maneira:

MoedaSiglaValor de mercado aproximado
BitcoinBTCU$ 542 bilhões
EthereumETHU$ 208 bilhões
TetherUSDTU$ 72 bilhões
USD CoinUSDCU$ 53 bilhões
BNBBNBU$ 48 bilhões
XRPXRPU$ 18 bilhões
Binance USDBUSDU$ 18 bilhões
CardanoADAU$ 15 bilhões
SolanaSOLU$ 13 bilhões
DogecoinDOGEU$ 10 bilhões
PolkadotDOTU$ 8 bilhões
Wrapped BitcoinWBTCU$ 7 bilhões
TRONTRXU$ 7 bilhões
DaiDAIU$ 6 bilhões
AvalancheAVAXU$ 5 bilhões
Shiba InuSHIBU$ 5 bilhões
UNUS SED LEOLEOU$ 4 bilhões
PolygonMATICU$ 4 bilhões
LitecoinLTCU$ 4 bilhões

Dessas criptomoedas promissoras, algumas são mais buscadas no Brasil. O Bitcoin, a Ethereum e a Litecoin. Aprenda mais sobre elas.

O que é Bitcoin?

Mais acima, já contamos um pouco sobre a história do Bitcoin, criptomoeda pioneira no mundo. Ela funciona de forma descentralizada, com o processamento das transações por meio de blockchain.

O valor do Bitcoin/cotação do Bitcoin hoje está em torno de U$ 30 mil. Lembrando que isso pode mudar enquanto você estiver lendo, por isso é importante que você pesquise no dia.

O que é Ethereum? 

A Ethereum é uma rede blockchain que tem a moeda Ether como criptoativo. É a segunda criptomoeda mais valiosa, por isso é comum o interesse em investir em Ethereum ou Bitcoin, como no caso das EFTs negociadas por aqui.

Dúvidas sobre como comprar e vender Ethereum? O processo para comprar Ethereum é o mesmo de outras criptomoedas, ou seja, por meio de corretoras digitais.

O valor da Ethereum/cotação da Ethereum é de aproximadamente U$ 1,7 mil. Considerando que esse número muda de hora em hora, você precisa conferir a cotação de momento.

O que é Litecoin?

O Litecoin também está no grupo das criptomoedas promissoras e funciona de uma maneira muito semelhante ao Bitcoin, mas com transações mais velozes, o que ajuda a utilização no comércio, por exemplo.

O valor do Litecoin/cotação do Litecoin está próximo de U$ 61. Para ver o valor no momento em que você está lendo este texto e ver a flutuação nos últimos tempos, faça uma pesquisa no seu buscador favorito. 

Descubra quais são os golpes com criptomoedas e se proteja

Durante todo o texto, falamos sobre a necessidade de prestar atenção antes de comprar alguma criptomoeda. Então investir em criptomoedas é seguro ou não?

O sistema por trás das moedas em si, é seguro, protegido por criptografia. Ainda assim, já ocorreram casos de ataques hackers com roubo de criptoativos, por isso é impossível cravar que não há risco algum.

Contudo, o maior problema são golpes envolvendo engenharia social, como abordamos em nosso conteúdo sobre como evitar e denunciar golpes virtuais pelo celular.

Um levantamento da Chainalysis aponta que só em 2021 cerca de US$ 7,7 bilhões foram roubados em todo o mundo em golpes envolvendo criptomoedas.

Os golpes mais comuns são: esquema de pirâmide, quando os criminosos ganham dinheiro apenas com o recrutamento de pessoas interessadas, e Pump and Dump, quando os criadores de uma nova moeda especulam para valorizar o ativo e vendê-lo em seguida.

Outra tática bastante usada são os ataques por redes sociais, e por e-mails e aplicativos falsos, também conhecidos como golpes de phishing

Para evitar esses golpes virtuais, é necessário que você preste muita atenção e desconfie sempre. Não divulgue seus dados pessoais ou bancários para pessoas desconhecidas e não clique em links estranhos.

Você se lembra do projeto de marco regulatório que tramita no Congresso? Pois bem, ele prevê uma pena de dois a seis anos de reclusão, além de multa, em casos de golpes envolvendo criptomoedas.


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