Em 2025, a operação de atendimento em redes sociais do PicPay reduziu o tempo de primeira resposta em 83% e elevou o NPS em 50%. Os números são resultado de um redesenho completo na gestão operacional, com foco em resolver de verdade o problema de quem procura ajuda.
O ponto de partida não foi aumentar a equipe ou investir em ferramentas caras. Foi olhar para dentro, entender onde os processos poderiam melhorar e corrigir com método, acompanhamento e uma pergunta simples: o cliente saiu com o problema resolvido?
O problema visível e o problema real
As operações de atendimento em redes sociais lidam com volume alto e expectativa de resposta rápida. No cenário anterior, a equipe trabalhava de forma reativa, sem visibilidade clara sobre quais conversas tinham sido efetivamente resolvidas e quais ficavam pelo caminho.
O índice de resolutividade (IR), que mede se o cliente teve a demanda concluída, estava abaixo do potencial. E o tempo de primeira resposta (TPR) era alto o suficiente para comprometer a percepção de cuidado, mesmo quando a resolução final era boa.
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Gestão de NPS repensada do zero
A primeira frente de atuação foi a reformulação da pesquisa de NPS. Não bastava enviar a pesquisa, era preciso garantir que ela só fosse disparada após um ciclo completo de atendimento.
O que mudou na prática:
- Casos sem resolução passaram a retornar automaticamente ao funil de atendimento. Nada de conversa encerrada sem resposta real.
- A pesquisa foi calibrada pelo direcionamento qualitativo do PicPay: medir se o problema foi, de fato, resolvido.
- O fluxo operacional passou a garantir que a nota do cliente refletisse uma experiência completa, não uma interação parcial.
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Eficiência operacional com gestão de indicadores
A segunda frente atacou o tempo e a distribuição do atendimento. A equipe mapeou oportunidades de automação para casos sem demanda real, aquelas interações que entravam no funil mas não exigiam atendimento humano.
Além disso, indicadores como TPR e nível de serviço passaram a ser acompanhados com frequência e profundidade. Ajustes de fluxo, redistribuição de filas e gestão ativa da operação fizeram o tempo de resposta cair de forma expressiva.
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Métricas que traduzem experiência do cliente
A terceira frente redesenhou o painel de indicadores. Métricas que não orientavam decisão foram substituídas por outras conectadas às prioridades estratégicas do PicPay, dando à operação clareza sobre o que ajustar e quando.
Entre os indicadores que passaram a compor o painel de gestão:
- Índice de resolutividade (IR): mede se o problema do cliente foi concluído
- Tempo de primeira resposta (TPR): indica a velocidade de reação da operação
- Nível de serviço: percentual de atendimentos dentro do SLA definido
- NPS pós-atendimento: satisfação medida após ciclo completo de resolução
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Experiência do cliente se constrói nos bastidores
A evolução da operação de atendimento em redes sociais do PicPay mostra que eficiência operacional e experiência do cliente não são caminhos separados. Planejamento, acompanhamento contínuo e foco real na resolução produzem ganhos visíveis para quem está do outro lado da tela.
O PicPay segue investindo em inteligência aplicada ao atendimento, com resultados reconhecidos pelo mercado, como o Prêmio Reclame Aqui e a liderança em satisfação entre bancos digitais no ranking do Banco Central.