Em 2025, o Open Finance completa cinco anos no Brasil. Desde o início, essa agenda regulatória do Banco Central abriu caminho para uma das maiores transformações já vistas no setor financeiro.

Se antes apenas os bancos tradicionais tinham acesso ao histórico financeiro dos clientes, hoje os dados pertencem ao próprio usuário — que pode escolher como, quando e com quem compartilhar suas informações.

Esse novo modelo promoveu maior transparência, inclusão, concorrência e inovação. E, com isso, os brasileiros ganharam mais liberdade para organizar suas finanças, encontrar produtos sob medida e reduzir custos.

O impacto para os consumidores e para o mercado

O Open Finance criou um ambiente mais saudável para consumidores e instituições.

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Para os clientes, as vantagens vão desde a centralização das contas em um único aplicativo até mais chances de conseguir crédito com condições personalizadas. Ferramentas de gestão financeira, jornadas simplificadas de portabilidade e maior segurança nas transações são apenas alguns exemplos do que já está em funcionamento.

Já para o mercado, o movimento significou mais competição e mais espaço para a entrada das fintechs, que ajudaram a acelerar o ritmo de inovação e a elevar a experiência do usuário a um novo patamar.

A agenda de inovação do Banco Central

Todos esses avanços são resultado direto da agenda de inovação conduzida pelo Banco Central nos últimos anos. O órgão regulador colocou o país na vanguarda global ao implementar iniciativas como o Pix, o Open Banking e, mais futuramente, a Drex, a moeda digital oficial do Brasil.

Essa agenda se caracteriza por um desenho regulatório que alia segurança, interoperabilidade e padronização técnica. Com isso, foi possível estimular a competição, reduzir barreiras de entrada, ampliar a inclusão financeira e permitir que consumidores tivessem mais autonomia sobre seus dados e seu dinheiro.

A construção de um modelo colaborativo sob qual foi construído o Open Finance também deve-se ao Banco Central. A partir de grupos de trabalho que reúnem reguladores, bancos, fintechs e empresas de tecnologia, o projeto passou a ser desenvolvido de forma conjunta, com foco na criação de soluções sustentáveis e benefícios tangíveis para os usuários.

O protagonismo das fintechs

As fintechs tiveram protagonismo desde o início do Open Finance. Elas trouxeram velocidade, olhar inovador e soluções práticas que mostraram como os dados poderiam gerar valor real para os usuários.

Hoje, quase metade dos consentimentos ativos de dados no mercado está concentrada em grandes fintechs. Além disso, a taxa média de conversão dessas instituições é cerca de 20% maior do que a média geral, o que mostra a eficiência em transformar dados em benefícios concretos para os clientes.

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Esse dinamismo colocou o usuário no centro da jornada e abriu espaço para novos modelos de negócios, serviços financeiros mais inclusivos e experiências muito mais personalizadas.

A participação do PicPay no Open Finance

Entre as instituições que ajudaram a moldar o Open Finance no Brasil, o PicPay tem papel de destaque.

A trajetória começou em 2021, com a aquisição do Guiabolso, app pioneiro em conexão bancária e gestão financeira no país. Desde então, o Open Finance passou a ser um pilar estratégico da companhia.

Hoje, o PicPay é o terceiro maior player em recebimento de dados no país. Mas, mais do que números, esses resultados se refletem em soluções já disponíveis para milhões de pessoas:

  • Conta das Contas: visão consolidada de contas bancárias, com mais de 6,7 milhões de clientes beneficiados.
  • Radar de Crédito: ajuda a entender fatores que influenciam o crédito e já impactou 2 milhões de pessoas.
  • Portabilidade de salário: pioneira via Open Finance, simplificada em poucos cliques.
  • Validação de cartões de terceiros: milhares de clientes beneficiados.
  • Débito automático inteligente: identifica saldos em contas conectadas e evita atrasos em pagamentos.

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Além disso, o PicPay foi pioneiro em inovações como o Pix por aproximação via Google Wallet e em produtos de segurança como o Seguro Carteira Digital e o Modo Seguro, que também protegem contas conectadas via Open Finance.

O protagonismo do PicPay não está apenas nas soluções para os clientes. A empresa também tem presença ativa nos grupos técnicos que definem os padrões do Open Finance.

Nesses fóruns, levou propostas, compartilhou pesquisas e trouxe especialistas para as discussões. Foi assim que ajudou a viabilizar avanços como a renovação simplificada de consentimentos e melhorias nas APIs de câmbio.

Esse trabalho não para. O PicPay continua presente nas discussões estratégicas que moldam o futuro do ecossistema. O objetivo é claro: transformar cada evolução regulatória em soluções práticas e acessíveis para milhões de brasileiros.

Um futuro ainda mais aberto

Comemorando cinco anos de Open Finance, o Brasil já é referência mundial em inovação regulatória. Mas esse é apenas o começo.

Nos próximos anos, a combinação de Open Finance com inteligência artificial deve trazer novas formas de personalização, serviços mais rápidos e acessíveis, além de oportunidades inéditas para instituições e consumidores.

O PicPay seguirá como parte fundamental dessa evolução, ajudando a democratizar o acesso a serviços financeiros e provando, na prática, que o Open Finance vale a pena.

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