A inteligência artificial vem remodelando o mercado de trabalho e redefinindo o papel dos profissionais nas empresas brasileiras. No PicPay, essa transformação já é realidade: IA não é apenas tecnologia, mas força propulsora de inovação, eficiência e desenvolvimento humano e foi recentemente tema de bate-papo do Tech Talks, evento interno que discute temas diversos entre o público tech da companhia.
O debate foi além do impacto tecnológico, abordando também comportamentos, cultura organizacional e novas competências necessárias. Participaram do encontro o desenvolvedor Diego Sana, o CTO Diogo Carneiro, o Executivo de AI Renan Oliveira, o CTO de Cartões Gustavo Burin e o desenvolvedor Luiz Henrique Guimarães. Confira no texto alguns dos pontos discutidos.
IA como força transformadora
A inteligência artificial não é apenas uma ferramenta de automação, mas um motor que pode mudar a forma de resolver problemas e criar soluções. No evento, destacou-se que a rápida evolução das plataformas exige aprendizado contínuo. A colaboração entre humanos e máquinas tem mais valor do que a substituição total de profissionais, e interpretar dados com inteligência contextual se torna um diferencial. Dessa forma, a IA se torna uma extensão do potencial humano, liberando tempo e energia para inovação.
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Oportunidades emergentes
Entre as oportunidades apontadas estão a integração da IA a sistemas existentes para gerar soluções mais rápidas e personalizadas, o desenvolvimento de experiências inteligentes que antecipam necessidades e reduzem obstáculos, e o fortalecimento da segurança e do compliance com ferramentas capazes de detectar fraudes e vulnerabilidades. Investir no treinamento e desenvolvimento das pessoas — seja para melhorar competências atuais ou aprender novas — contribui para um ambiente mais preparado, flexível e capaz de se adaptar às mudanças, como a introdução de novas tecnologias ou processos.
Desafios e dilemas
Alguns riscos destacados incluem a redução da vida útil de funções que não se adaptarem, a dependência excessiva de algoritmos sem supervisão humana adequada e a necessidade de uma governança ética no uso de dados. O destaque fica para o equilíbrio entre a automação e a presença humana, essencial para garantir a sustentabilidade das mudanças.
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Cultura e habilidades como diferenciais
Habilidades que a IA não substitui, como pensamento crítico, empatia, visão estratégica e capacidade de resolver problemas complexos, tornam-se cada vez mais importantes. Organizações que estimulam curiosidade, aprendizado contínuo e colaboração entre áreas estarão mais preparadas para usar a inteligência artificial como uma parceira estratégica.
Rumo a um futuro colaborativo
O encontro reforçou que a Inteligência Artificial, por natureza, é neutra, e que seu impacto depende diretamente da forma como é aplicada. No PicPay, permanece o compromisso de integrar tecnologia e talento humano para desenvolver soluções ágeis, inteligentes e orientadas pela ética, contribuindo para um futuro mais colaborativo e inovador.